Atenção Povo Surdos, Pais e Profissionais entre varios,

 Ante, eu informei SEESPe MEC senhora Marlene Gotti

então eu recebi aquie tomar conhecimento como é isso pensamento principal grande interior na Brasil,

Eu não posso nome Instituições  e etica e respeitado ( não é escola  para surdos ) nos sabemos problemas. e sempre não aceitar surdos entre escolas publico e privado  devida surdos esperar durante chegada idade? maior principal interiores todos na Brasil. 

Todos está de acertado  de manifestação e precisar coisa outro tipo  importante defesa direitos dos surdos.

 Cordialmente,

 Antônio Campos de Abreu


 

 

 


 Oi, Antônio

Essa Portaria nomeou o Grupo de Trabalho para elaborar o documento Política Nacional de Educação Especial. Nesse documento preliminar há o debate acerca da não criação de novas escolas especiais. Esse debate não está se referindo apenas à educaçaõ de surdos. É importante que haja o entendimento de que precisamos colocar em prática o que foi posto no Decreto 5626/2005:o direito a educaçaõ bilíngüe. É por isso que devemos lutar. Precisamos garantir a acessibilidade à comunicação e à educação em todos os espaços escolares. Os surdos moram nos municípios e os surdos dos 5400 municípios têm o direito de estar junto aos irmãos e amigos do mesmo bairro, da mesma cidade. Não é correto obrigar surdos viajarem 100 Km ou mais, por dia, para irem para escolas especiais. Não há como criar escolas especiais em todos os municípios, até porque o número de alunos é muito reduzido, mas todos têm o mesmo direito à educação que os alunos que ouvem. Os municípios não podem encaminhar crianças surdas para as (Instituições particulares - Necessidade especiais), precisam matricular nas escolas públicas municípais. Lutamos para o direito de surdos estar em todos os espaços e não somente em escolas especiais.

As escolas comuns que matricularem alunos surdos deverão ter salas de recursos no contra turno para o ensino de Libras e o ensino de língua portuguesa como segunda língua, deverão ter intérpretes

Atenciosamente

Marlene

 

 

Surdos e ouvintes juntos

   A Constituição brasileira garante a toda pessoa com necessidades especiais o direito de receber educação, de preferência junto com os demais alunos. Mas o que fazer quando uma entidade ligada aos deficientes se opõe a isso? Veja a polêmica criada pela Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos, que não concorda com a forma como se dá a integração nas classes regulares.

Evelyn Müller
"Somos contra a inclusão de alunos surdos nas escolas regulares sem que eles tenham domínio da língua de sinais. Essa é a comunicação que a criança surda conquista naturalmente, assim como a ouvinte adquire a língua falada, mas isso nem sempre é respeitado. A criança surda só deveria freqüentar classes mistas depois desse processo."

Silvia Sabanovaite, diretora administrativa adjunta da Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos - Feneis


Juliano Cesar Paes
"A Feneis é contra a integração de alunos surdos em escolas regulares porque não quer que eles fiquem perdidos em sala de aula, como no passado. Nossa proposta atual, porém, não tem nada a ver com o modelo antigo. Inclusão não significa simplesmente colocar o estudante junto com outros ditos normais, mas reestruturar o sistema educacional para que as crianças especiais sejam atendidas como se deve."

Marlene Gotti, consultora da Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação


Edu Monteiro
A escola inclusiva é a representação da sociedade real, ou seja, ela prepara o portador de necessidades especiais para o mundo. Se o aluno surdo fica num ambiente segregado, ele não consegue desenvolver sua existência com a diversidade. Além disso, o maior ganho é para os ditos normais, que observam e aprendem com os especiais uma forma diferente de experimentar a vida."

Solange Rocha, mestre em Educação Especial do Instituto Nacional de Educação de Surdos

Fonte:Nova Escola - 2001